Sentimento é uma coisa muito engraçada, temos dias em que acordamos felizes, outro dias acordamos tristes e tem dias como hoje que acordamos com uma sensação de agonia. Começamos a procurar algum poruqê para tal sensação, para esse sentimento que atinge o peito e parece que tem uma faca rasgando por dentro.
Ontem não tive uma das minhas melhores noites, fiquei muito preocupada e agoniada, acordei sabendo que tudo está bem, mas essa sensação, esse meu sentimento não está querendo concordar com a minha razão. Nesse ponto posso escrever sobre esse mérito o fato de muitas vezes nossa RAZÃO não se entender com a nossa EMOÇÃO, o momento que muitos passam na vida, o da discórdia entre esses dois. Nós seres humanos estamos sempre em busca de realizarmos nossos desejos, todas e quaisquer atitudes que tomamos nessa vida tomamos pelo fato de querermos alimentar esse desejo (a kabbalah já diz isso), não importa qual seja, não importa se é um desejo de ser famoso, de ser intelectual, de ter sucesso financeiro, de ter sucesso na família, o desejo em si não importa, o que realmente vale são as atitudes que tomamos (a maioria delas inconscientemente) para atingirmos tal satisfação. E é no meio desse caminho tão longo que confrontamos nossa razão com a emoção. O ideal seria estarmos em busca de nossos desejos em equilíbrio, um equilíbrio pleno, mas infelizmente a plenitude não é tão fácil de conseguirmos, tudo aquilo que pensamos por um segundo que poderia ser para sempre, no próximo minuto já pensamos "e se isso acabar amanhã?" "e se não der mais certo?" "e se eu for demitido?" "e se ele terminar comigo?" a partir do momento que adquirimos esse pensamento quebramos qualquer corrente de plenitude. Assim são os nossos pensamentos, sentimentos, mudanças constantes e perguntas e mais perguntas constantes. O que devemos fazer é encara-los, temos que tentar domina-los, mas sei que a maioria das vezes eles nos dominam, e são nesses momentos que eles tomam as atitudes que nós mesmos jamais tomariamos, ou nós mesmos um dia já criticamos. Aqui fica um ensinamento de kabbalah que andei lendo: Toda vez que você quiser mudar o mundo, mude a si mesmo primeiro. Ou seja, quando quisermos mudar algo que nos incomoda isso tem uma razão, então deveremos olhar para nós mesmos e perguntarmos, o que eu mudaria em mim, para que isso não me incomodasse mais?
Imagine que felicidade se conseguissemos viver sem sermos incomodados por ninguém! Caso consigamos, estaremos no nosso caminho da felicidade plena :)
Boa terça-feira para todos!
Nenhum comentário:
Postar um comentário